quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

DEFESA CIVIL MUNICIPAL DÁ ASSISTÊNCIA A DESABRIGADOS



A Secretaria Municipal de Segurança com Cidadania (SEMUSC), através da Superintendência de Defesa Civil (Sudec), está dando todo apoio possível às dezenas de famílias desabrigadas pelas últimas chuvas que caíram em São Luís.



Na ocupação Apaco, área da Cidade Operária, por exemplo, já foram montadas 24 barracas cedidas pela Defesa Civil Estadual com capacidade para seis pessoas, cada; e distribuídas dezenas de colchões e 121 cestas básicas para as 117 famílias que perderam praticamente tudo quando a forte tromba d’água destruiu seus casebres de taipa construídos em área de risco.



Com as barracas cedidas pela Defesa Civil Estadual, os desabrigados contam com um teto temporário e, agora, procuram um local mais seguro na área para reconstruírem seus casebres, informa Josiel Silva, uma das lideranças das ocupação. “Hoje, apesar de tudo, estamos aqui nesses abrigos e está melhorzinho um pouco. A Prefeitura de São Luís, através da Defesa Civil Municipal, e também a Defesa Civil Estadual estão ajudando muito a gente. Eles estão dando toda assistência possível, com distribuição de gêneros alimentícios, café, e roupas, principalmente, para as crianças”.

VILA MILITAR – Na ocupação Vila Militar “Sete de Outubro”, localizada na área do Cruzeiro de Santa Bárbara, a situação também é preocupante. Segundo o presidente da Associação dos Moradores da Vila Militar ‘Sete de Outubro’, a situada na área é um pouco desesperadora, haja vista que as águas procedentes dos bairros vizinhos, como Conjunto São Raimundo e Vila Cascavel, descem com toda intensidade aqui.

Wallace Marques criticou ainda a falta de planejamento para escoamento das águas, após colocação de asfalto na principal via de acesso à ocupação. “Resultado, a água que já descia com bastante intensidade, agora, vem com uma força grotesca, prejudicando mais de 50 famílias, que estão desabrigadas.

Já tivemos algum apoio com a chegada de algumas cestas básicas e de vários colchonetes. Mas a maioria das pessoas está sem moradia,  e isto é muito preocupante”, avalia.

SITUAÇÃO PREOCUPANTE – O presidente da Associação dos Moradores da Vila Militar alerta que a situação tende a se complicar, porque agora é que  começou a chover. “Daí, presume-se que todos nós estamos em situação de risco. Reivindicamos das autoridades, obras em geral para a comunidade; um projeto para drenagem da água aqui, visando melhorar a situação dos moradores da Vila Militar ‘Sete de Outubro’ e também das comunidades vizinhas; saneamento básico e estrutura para as famílias, dentre outras”, finaliza Marques.

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