domingo, 10 de março de 2013

Presos mais dois suspeitos de integrar quadrilha de 'Negão'

Na tarde de ontem (8), investigadores do 14º Distrito Policial (DP), do Bequimão, efetuaram a prisão de mais dois acusados de fazer parte da quadrilha do ‘Negão’, que atua roubando veículos na capital Maranhense. 

Rafael Nogueira, conhecido como 'Rafael Logan', de 30 anos; e Gabriel Freire dos Reis, o 'Biel', 24, foram presos em cumprimento ao mandado de prisão preventiva expedido pela 3ª Vara Criminal de São Luís.

De acordo com o delegado Jefferson Portela, titular do 14º DP, o inquérito que investiga a formação de quadrilha foi finalizado e remetido nesta semana para o Ministério Público. 

Na ocasião, o delegado solicitou a prisão preventiva de Rafael, de Gabriel e do soldado da Polícia Militar Rafael Raniere Nussrala Costa Leite Nunes, de 30 anos, lotado no 8º Batalhão, acusado de emprestar a arma – um revólver calibre 38 – para ser usado no assalto, onde uma senhora foi baleada no Bequimão. Os pedidos foram atendidos na noite de quinta-feira (7), quando sairam os três mandados de prisão.


Rafael e Gabriel foram capturados nas suas respectivas residências, no Cantinho do Céu e no Vinhais. O mandado de prisão contra o policial foi entregue ao Quartel da Polícia Militar, no Calhau.

 'O policial militar conquistou a liberdade na última quinta-feira (7), e agora o juiz entendeu que ele deve ser preso, para responder pelas acusações', contou o delegado Jefferson Portela.

O inquérito que investiga o roubo do veículo Palio de cor vermelha, que pertence a Maria das Graças Coelho, de 65 anos, deve ser concluído nos próximos dias. Durante a ação do bando, a idosa foi atingida por tiros.

Outras prisões – No dia 26 de fevereiro, a polícia capturou José Carlos Ferreira, o 'Zé Carlos' ou 'Negão', de 29 anos, dono de um lava a jato, no Bairro do Vinhais; 

Paulo Leonardo Oliveira, 28; um adolescente e o soldado Rafael Raniere. Acusados de fazerem parte de uma quadrilha de ladrões de carros. A polícia acredita que o lava a jato de 'Negão' funcionava como uma escola para a bandidagem, local onde eram tramadas as ações criminosas da quadrilha.

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