terça-feira, 6 de agosto de 2013

Presa quadrilha que agia com fardas de empresas na ilha de São Luís

Quatro homens foram apresentados pela polícia, após perseguição.
Assaltantes usavam uniformes de construtora e loja de eletrodomésticos
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A polícia prendeu uma quadrilha suspeita de vários assaltos na ilha de São Luís. Durante as ações, os bandidos  usavam fardas de empresas. Em uma delas, a casa lotérica estava lotada quando três homens armados invadiram e obrigaram uma das caixas a entregar todo o dinheiro da renda do dia.
Pelo circuito interno de monitoramento, os donos viram o assalto e chamaram a polícia, mas os bandidos saíram em um carro que ficou o tempo todo parado na porta, com outro assaltante.
Os assaltantes usavam uniformes de uma construtora e de uma loja de eletrodomésticos. A quadrilha também levou dinheiro e aparelhos de telefone celular dos clientes da casa lotérica e assaltou ainda o caixa de um restaurante na Raposa e uma loja de material de construção em São Luís.
A loja fica na rua principal da Vila Luizão, onde eles usaram um cliente como refém durante o assalto. "Me mandaram entrar, me jogaram lá dentro, o outro cara entrou comigo, foi logo empurrando e me levaram para trás do balcão e, com arma na cara, levou celulares, dinheiro", disse o mototaxista Geraldo Jorge.
Os funcionários ficaram em pânico durante o tempo em que os assaltantes armados permaneceram na loja. "Eles chegaram, colocaram a arma no rapaz, tiraram a camisa dele, e assim fizeram com outros. Quando fugiram pelo depósito já tinha um carro esperando por eles, do outro lado", disse um dos vendedores.
A Polícia Militar chegou rápido no local e perseguiu o carro dos assaltantes por vários bairros. Os quatro assaltantes foram levados para a delegacia do Turu. Com eles, a polícia encontrou vários aparelhos de telefone celular, dinheiro e três revólveres de calibre 38.
"Vamos colocá-los à disposição da Justiça. Já temos algumas pessoas aqui fora que dizem que foram assaltadas por eles, por esse mesmo grupo, então é mais uma quadrilha que estamos tirando de circulação. Esperamos que as pessoas que foram vítimas deles também compareçam à delegacia para prestar depoimento para que possamos fazer outros inquéritos policiais e deixá-los por muito tempo na cadeia", afirmou o delegado paulo Márcio.

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