sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Polícia Civil elucida falso sequestro em Igarapé Grande

A Polícia Civil do Maranhão elucidou um falso sequestro ocorrido contra um vereador que atua na cidade de Igarapé Grande. O crime ocorreu no dia 12 de fevereiro e foi cometido pela sobrinha do parlamentar, Maria Magalhães da Luz, e pelo seu companheiro, Hernandes Gomes dos Santos.

Segundo o delegado da cidade, Jânio Pacheco, Maria Magalhães estava na cidade do Rio de Janeiro quando começou a ligar para os seus pais solicitando uma quantia em dinheiro para voltar ao Maranhão. 

 No entanto, na viagem disse que ficaria em Goiânia por dois dias. Durante esse tempo, ligou novamente para o seus familiares informando que tinha sido sequestrada por um traficante. “Hernandes realizava ligações para o vereador alterando a voz e solicitando o depósito de R$30 mil para que a sua sobrinha fosse liberada” informou.

A quantia seria depositada em uma conta bancária de propriedade de Jaqueline Araújo da Silva, antiga esposa de Hernandes. Porém, o parlamentar depositou apenas R$15 mil.

Por conta do período carnavalesco, o valor seria descontado somente na quarta-feira (18). Por esse motivo, o delegado Jânio encaminhou um ofício à agência bancária solicitando que o saldo da conta corrente pudesse ser sacado apenas no banco de Igarapé Açú, no estado do Pará, onde Jaqueline se encontrava.

A Polícia Civil de Igarapé Grande repassou as informações para a equipe de investigadores de Igarapé Açú, que realizaram a prisão em flagrante delito de Jaqueline no momento do saque do dinheiro.

Após a prisão de Jaqueline, Maria Magalhães e Hernandes se entregaram no 1º Distrito Policial de Goiânia. Em depoimento, a sobrinha do vereador confessou que teria articulado toda a ação criminosa. O dinheiro já depositado foi entregue ao vereador de Igarapé Grande.

Os três foram autuados pelo crime de estelionato. O inquérito será instaurado pela delegacia de Igarapé Açú, no Pará.Maria Magalhães e Hernandes serão recambiados para aquela cidade. Todos ficarão à disposição da justiça.



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